8 de fev. de 2008
U2-3D - TÁ CHEGANDO...
O filme mostra a perna sul-americana da Vertigo Tour, totalmente filmado em terceira dimensão.
A pré-estréia mundial ocorreu esses dias no Sundance.
Quando vai chegar aqui?
Ainda não sei.
Só sei que eu quero ver com óculos 3D!!!!!
28 de jan. de 2008
JUNO

É o novo filme do diretor Jason Reitman de Obrigado por fumar (2005) (muito bom também).
Apesar de ter realizado um ótimo trabalho, seria mais justo dizer que é o novo filme da atriz Ellen Page. Ela consegue chamar a atenção para a sua atuação, mesmo diante de um todo (resto do elenco inclusive) bem acima da média.
Juno foi indicado ao Oscar de melhor filme, diretor, roteiro original e, é claro, atriz principal. Não deve haver a menor possibilidade de levar os dois principais prêmios (filme e diretor), ainda mais num ano que tem obras como There will be blood do P. T. Anderson (não vi ainda, mas já sei que vou achar espetacular), mas não seria absurdo levar o Oscar de melhor roteiro (Diablo Cody - ex-stripper e em seu primeiro roteiro!), muito menos o de melhor atriz.
Tirando esta besteira de papo de Oscar (sem querer, sempre acabo me contagiando...), o filme é uma saborosa comédia dramática (muito mais comédia do que drama), sobre uma adolescente de 16 anos que engravida e decide doar o bebê para um casal que não pode ter filhos.
Os diálogos são impressionantes. Ágeis (e muito velozes), inteligentes e engraçados quase que o tempo todo. Penso ter sido uma tarefa ingrata, para não dizer quase impossível, a de quem legendou este filme (esta tradução deve ficar mais distante da obra original do que a média!).
O maior mérito da roteirista e do diretor está em conseguir uma abordagem fresca, leve e completamente original sobre a gravidez na adolescência.
E a personagem principal é um caso raro de conjunção de papel especialmente bem escrito com interpretação soberbamente inspirada.
Essa menina que já está quase fazendo 21, mas passou muito bem por 16 no filme, tem uma filmografia extensa, embora restrita no Brasil. Por aqui, não estou bem certo, mas acho que só passaram Menina má.com (outra vez excelente) e X-man 3.
Muito talento em tão pouco tamanho (ela mede 1,55 cm). É preciso ver para crer!
27 de dez. de 2007
READY TO TAKE A CHANCE AGAIN
GOLPE SUJO - FOUL PLAY (1978)
Em cada época, eu sempre tive filmes preferidos. O primeiro foi um dos trapalhões (nem lembro qual). Este foi o segundo.
A primeira vez que assisti foi mais ou menos em 1980. Ele permaneceu no topo para mim até 1984 quando surgiu Flashdance (Jennifer Beals tirando o sutiã sem tirar a roupa - Humm...) . Porém, nunca perdi o carinho por ele.
Foi a melhor coisa que o diretor/roteirista Colin Higgins fez (não que ele tenha feito muitas). É uma comédia (muito engraçada), com toques bem colocados de romance e de suspense. A trama é muito bem escrita e conduzida. No seu desenrolar, o diretor consegue manter a evolução do amor e do mistério, sem perder, quase que em nenhum momento, o tempo da comédia. Os momentos de ação, principalmente no clímax, também são muito bem feitos, sendo eletrizantes e engraçados ao mesmo tempo. As locações em São Francisco são perfeitas. A trilha sonora é divertidíssima, com destaque para Barry Manilow, que foi, inclusive, indicado ao Oscar de melhor música (Ready to Take a Chance Again) em 1979. No Globo de Ouro do mesmo ano, concorreu em todas as principais categorias.
O elenco é primoroso. Pode ser difícil de acreditar, mas Chevy Chase (há muito tempo, muito patético) estava no auge (logo após deixar o Saturday Night Live). Com uma interpretação cômica, mas sem exageros, ele conseguiu tranmitir uma química nada convencional com a sua parceira Goldie Hawn.
E a Goldie, também no momento mais feliz de sua carreira, bela e sensual. Hilária e linda antes de todas as plásticas que deformaram o seu rosto. Dá até para ver onde a Kate Hudson foi buscar o seu DNA.
Além da dupla de protagonistas, o elenco de suporte também está para lá de correto. Sendo que o Dudley Moore, nas poucas cenas em que aparece, rouba todas as atenções sempre. Provavelmente este foi seu melhor papel, mesmo considerando os seus trabalhos posteriores como protagonista de algumas comédias blockbusters.
Faz tempo que eu não assisto, mas lembrei, meio que do nada, desta música e o filme veio todinho na minha mente. Me deu saudade.
Quem não viu, veja! Quem já viu, faça como eu, esteja pronto para dar uma chance de novo.
21 de dez. de 2007
AUSTRÁLIA
Eu sei que todo mundo já falou sobre isso, mas não importa...
Esse curta venceu o Project: Direct realizado pelo You Tube. Agora vai concorrer em Sundance.
O filme foi feito especialmente para o projeto. Em cinco dias apenas.
Apesar de não entender nada de cinema (eu só tenho uma ligeira intuição), eu gostei muito de tudo: a direção (Flavia Lacerda), o roteiro (Adriana Falcão - esposa do fantástico João) e os atores principais (Célio e Clarice - ela filha da Adriana, autora e intérprete da música Austrália).
A idéia partiu dos meninos atores, mas o resultado me emocionou como muita gente grande não consegue.
É meio lúdico, meio infantil, ingênuo, tudo sem perder a profundidade.
E a Autrália? Eu achei uma gracinha! Até baixei a música: (http://rapidshare.com/files/75520787/Australia.mp3.html)
15 de dez. de 2007
THE RULES OF ATTRACTION

Primeira regra:
Nunca diga não quando tudo o que você quer ouvir é um sim!
E eu disse amém!
Não queria ver esse filme, não pela segunda vez... (tudo bem que a primeira já faz cinco anos)
Não fui eu quem colocou o dvd no aparelho.
Não fui eu quem apertou a tecla play.
Só sei que, do pouco que vi, lembrei de algumas coisas interessantes.
A Shannyn Sossamon nunca perdendo o estilo.
A Jessica Biel sensual como sempre.
E a Kate Bosworth bonita que até doi...
Agora, o Dawson de bad boy foi duro de engolir.
Fora isso (que não é pouco), tem o roteirista slash diretor (Roger Avary).
Tudo bem que o cara trabalhou (bastante) com o Tarantino, tudo bem que o cara escreveu parte de Pulp Fiction, tudo bem... Mas que ele errou na mão, ele errou!
Apesar do exagero, sobram algumas boas idéias.
A cena com a tela dividida, onde duas câmeras (sem cortes) acompanham dois personagens saindo dos respectivos quartos até se fundirem quando eles se encontram.
Os vai-e-vens do andamento do filme (menos, Roger, menos) quase que se justificaram.
A historinha do cara na Europa (toda em fast forward) foi bem simpática.
E o final... Bem criativo. Não vou estragar para quem não viu, mas a idéia do último diálogo do filme foi bem genial (lembro que muita gente demorou para entender, principalmente por culpa das legendas).
Só percebi que tinha acabado quando ouvi o porra do Erasure.
We'll be together again...
Até que serviu...