Faz um tempão que eu queria escrever este post.
Mas não dava tempo.
Finalmente achei um tempinho.
Queria encontrar um vídeo para o tema. Dentre infinitos, escolhi dois. O primeiro é esse do Pato Fu. O segundo vem no final.
O tempo faz algumas certezas diminuírem, outras aumentarem.
Ajuda a aprender aquilo que a gente não sabe, mas mostra que não sabemos aquilo que pensamos saber.
Colabora com a cicatrização, mas expõe as feridas causadas pela saudade.
Ele é cruel...
Gostaria que ele me ensinasse a dizer alguns “nãos”.
Principalmente aqueles que mais me doem.
Mas ele não dá brecha, não se deixa convencer...
Até pedi para não endurecer o meu coração, mas ele disse que não será possível.
Porque não? Pensa bem, mano velho! Olha que dá...
Só que não tenho tempo para discutir com ele, então seja o que Deus quiser...
De todas as certezas que ele me tirou, sobraram basicamente duas:
“Hoje o tempo voa, amor! Escorre pelas mãos...”
E
Não importa quanto o tempo passe, sempre terei o resto da minha vida...
Este segundo vídeo é do U2. A música é City of Blinding Lights, ganhou o Grammy de melhor canção de rock de 2005.
Está aqui por causa desses versos do Bono:
“Time...time...time...time...time
Won't leave me as I am
But time won't take the boy out of this man”
23 de ago. de 2008
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