D E S N E C E S S A R I E D A D E S

23 de ago. de 2008

TIC...TAC...

Faz um tempão que eu queria escrever este post.

Mas não dava tempo.

Finalmente achei um tempinho.

Queria encontrar um vídeo para o tema. Dentre infinitos, escolhi dois. O primeiro é esse do Pato Fu. O segundo vem no final.


O tempo faz algumas certezas diminuírem, outras aumentarem.

Ajuda a aprender aquilo que a gente não sabe, mas mostra que não sabemos aquilo que pensamos saber.

Colabora com a cicatrização, mas expõe as feridas causadas pela saudade.

Ele é cruel...

Gostaria que ele me ensinasse a dizer alguns “nãos”.

Principalmente aqueles que mais me doem.

Mas ele não dá brecha, não se deixa convencer...

Até pedi para não endurecer o meu coração, mas ele disse que não será possível.

Porque não? Pensa bem, mano velho! Olha que dá...

Só que não tenho tempo para discutir com ele, então seja o que Deus quiser...

De todas as certezas que ele me tirou, sobraram basicamente duas:

“Hoje o tempo voa, amor! Escorre pelas mãos...”

E

Não importa quanto o tempo passe, sempre terei o resto da minha vida...


Este segundo vídeo é do U2. A música é City of Blinding Lights, ganhou o Grammy de melhor canção de rock de 2005.

Está aqui por causa desses versos do Bono:

“Time...time...time...time...time
Won't leave me as I am
But time won't take the boy out of this man”

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